O livro retrata as conquistas obtidas pelas comunidades quilombolas e assentamentos rurais face aos esforços para silenciar a rebeldia camponesa no Brasil. As questões agrárias e ambientais persistem e exigem uma organização constante na luta pela reforma agrária e a agroecologia para a garantia de direitos.

A investigação, liderada pelos movimentos sociais foi um processo coletivo que possibilitou um intercâmbio de aprendizado e de formação. Os resultados trazem elementos sobre a realidade brasileira nos aspectos ambientais, econômicos, sociais, culturais e políticos. Estes exemplos continuam atuais e revelam a urgência de uma reforma agrária popular para construção da democracia.
“Entre os campos da história e da resistência, cada página desta brota do chão da história, do suor e da resistência daqueles que nunca aceitaram a concentração fundiária. Trata-se de um registro da rebeldia que floresce na terra, cultivada pela luta dos camponeses.”
Trecho do prefácio, de Clarice Rodrigues de Sousa (Movimento Sem Terra)
Live de lançamento
30 de março de 2026, às 16h
Clique aqui para se inscrever
Baixe o livro a partir das 16h em 30 de março no site da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos.






